Entre o que sempre procurei e o que nunca desejei
Como posso decidir?
Se ao desejar a perfeição, chego à fácil conclusão
Que o avesso quero descobrir.
Presa naquela ilusão de que no teu abraço e coração
Cumpriria o meu Fado.
Nesta tentativa falhada, acabei foi enganada
E rendida ao inesperado.
À poesia responder ou nos caos me perder? Pecar e sentir medo?
Presa neste desatino ou ser fiel ao meu destino
De te amar para sempre em segredo?

