Levita

Noites ao relento,

sob os Seus desígnios,

diluem-se no vento.

O ambiente adensa,

flui o momento

e a noite é propensa.

O pranto cessa,

chega a sentença

e a orquestra começa.

Levita sem receio,

lírio vão colhido

por seu próprio meio.

Autoria: Rodrigo D. dos Santos Gomes