Tenho tantas perguntas para a tua alma
Pois minha mente nunca se acalma.
Saberás quantas vezes pode algo já quebrado quebrar?
Ou por que é que o amor tende a matar em vez de curar?
Tenho tantas perguntas para a tua alma
Pois minha mente nunca se acalma.
Saberás quantas vezes pode algo já quebrado quebrar?
Ou por que é que o amor tende a matar em vez de curar?
Percebe que sou mais que a minha loucura.
Toda eu sou tatuada em ternura.
Eu sei que saibo a guerra, mágoa e rancor,
mas tu sabes que consigo aniquilar qualquer dor.
Admito ser caos em pele, carne e osso,
que escalei a minha vida para fora daquele poço.
Uma parte mel, outra parte fel…
e, se acreditares, um dia, implacável.
Autor: Ana Margarida Fonseca

