Estou sozinha,
mas não estou.
Rostos e vozes familiares preenchem o espaço,
mas sinto que não me alcançam.
Porquê? Não sei.
Talvez o problema seja eu,
talvez eu não me encaixe,
um puzzle com as peças erradas.
Estou aqui, no meio de tudo,
e ainda assim, distante de tudo.
Será que sou invisível?
Ou será que aprendi a desaparecer?
Autoria: Anónimo

